sexta-feira, 6 de maio de 2016

Inveja, a ilusão da comparação



Inveja, a ilusão da comparação!
por Gisela Campiglia

O conceito de inveja e cobiça são muito próximos, nos dois casos existe o desejo de possuir algo que pertence à outra pessoa. Porém, na cobiça pode haver um desdobramento negativo, ou positivo. Quando alguém almeja ter aquilo que é do outro, existe a possibilidade deste desejo ser usado positivamente como motivação; o resultado é o empenho para desenvolver e alcançar tais atributos. A forma negativa de lidar com a cobiça é tentar se apossar do que não lhe pertence.

Já a inveja é sempre negativa, de forma preconceituosa e equivocada, alguns gostam de usar o termo inveja branca, no entanto, não existe inveja positiva. A inveja é a raiva vingadora do "impotente" que, ou invés de lutar pelos seus anseios, prefere eliminar a concorrência. Na inveja, além da cobiça, existe uma tristeza acompanhada de revolta, que decorre no desejo de fracasso do outro. Mais do que desejar aquilo que é o outro, na inveja o que realmente incomoda é a felicidade alheia.

A inveja pode se manifestar de forma consciente, ou inconsciente, ela revela o rancor que habita o indivíduo, essa profunda insatisfação tem suas bases na imaturidade, repressão, ou frustração. Através de um processo de transferência, essas emoções são enviadas contra pessoas que possuem algo que elas desejam e não podem alcançar, ou, não tem coragem de conquistar.

A origem da palavra inveja proveniente do latim é invídia, significa "não ver", o invejoso é cego a respeito de si mesmo, é alguém que precisa trabalhar o autoconhecimento. Somos todos irmãos em humanidade, mas, diferentes e únicos em talentos. Se não existisse comparação, não existiria inveja, ela nasce da diferença humana. Usar a comparação entre o desempenho dos filhos como método educativo para reprimir comportamentos indesejados, é uma prática nada saudável que pode estimular a inveja entre os irmãos. Vinculada à comparação, a inveja é direcionada a alguém próximo, um familiar, um vizinho, um amigo, ou colega de trabalho. A inveja costuma ser parte de muitos transtornos psicológicos e de personalidade, quando observadas capacidades superiores as suas em outrem, algumas pessoas acabam por se considerar prejudicadas pela vida.

Sendo um dos sete pecados capitais no catolicismo, a inveja foi retratada no segundo degrau do purgatório por Dante Alighieri em sua obra a Divina Comédia. Os invejosos aparecem com os olhos costurados com arame, pois, estes haviam tido prazer em ver o fracasso e o sofrimento dos outros. Toda inveja vem pelos olhos, existe coerência na utilização da expressão olhar de seca pimenteira, ou mesmo, fui vítima de olho gordo. Até mesmo os amuletos usados como proteção contra a inveja carregam esse símbolo, o olho grego, e o olho de boi.

O semblante de raiva disfarçada que emoldura o olhar de inveja, costuma vir acompanhado de um falso elogio, seguido por uma crítica dissimulada. Um exemplo bastante comum de inveja entre mulheres é: " - Fulana é bonita, rica e inteligente, mas, você sentiu o hálito insuportável que ela tem? Coitada!". Em realidade, a pessoa que inveja não tolera o invejado. É claro que, a invejosa nem cogita levar em consideração todo o trabalho que "fulana" teve, para conquistar sua boa aparência, recursos financeiros e conhecimento. Acredita que tudo tenha sido um golpe de sorte da vida, coisa que não acontece com a "injustiçada" invejosa.

A inveja é a cegueira das próprias habilidades, o invejoso perde tempo desejando o azar daquele que identifica e desfruta de seu potencial, desta forma, viabilizando o sucesso em sua vida como resultado. Afinal, é muito mais fácil olhar o que o outro tem, do que olhar para si mesmo, assumindo e procurando desenvolver as próprias capacidades.

A luz da vida em sua perfeição criou cada ser humano como único, logo, somos incomparáveis. Todos aqueles que reconhecem seus talentos e os praticam com excelência, tem seu espaço para brilhar. A inveja é uma ilusão que nasce da comparação; ao encontrar e desenvolver os próprios talentos naturais, cada um pode ocupar o seu espaço de sucesso na vida.

Gisela Campiglia é palestrante, estuda e pratica o autoconhecimento desde 1985. Formação: Psicologia Junguiana, Física Quântica, Bioenergia, Metafísica e Espiritualista.

Fonte: somostodosum.ig.com.br

terça-feira, 12 de abril de 2016

CARINHO




'' Que os beijos nos tragam a calma, 
que o afeto nos cure a alma, 
que o carinho permaneça, 
que a gentileza prevaleça e que
 as coisas boas se multipliquem.'' 

do livro A Província, por Denis Drummond

7 Passos para dominar o EGO


domingo, 13 de março de 2016

Maura de Albanesi. PERDÃO E AUTOPERDÃO.

O equilíbrio e a espiritualidade



O equilíbrio e a espiritualidade!
  Duas palavras que andam juntas, pois caminhando na espiritualidade conseguimos chegar mais próximos ao equilíbrio.
  Equilíbrio em todos os aspectos; emocional, nos relacionamentos, nos problemas do dia a dia, saúde e o principal: o equilíbrio de nosso Eu.
  A espiritualidade traz este equilíbrio, passamos a saber transformar os problemas em soluções, em aprendizados.
  O mundo em volta de nós muda, as pessoas e os acontecimentos.
  O que ontem parecia ser o fim do mundo, hoje é o começo, uma descoberta para tranquilidade e harmonia pessoal.
  É como se descobríssemos um dom, o dom de transmutar tudo que é ruim em algo simples, normal, fácil de lidar.Ainda não sabemos o quanto pode ser fácil ser feliz. Corremos atrás de uma felicidade imposta pelos homens, status, dinheiro, fama. Quando na verdade a real felicidade está perto de nós, nas coisas mais simples da vida.
  Num dia agradável com quem se ama, com a família, em momentos na natureza, sentindo um pouco o que Deus nos dá de presente, todos os dias.
  Quando realmente nos damos conta da verdadeira felicidade, pode ser tarde!
  Os filhos cresceram, a natureza que um dia foi abundante, pode estar se acabando, o verdadeiro amor que sempre estava a seu lado pode ter partido ou desistido de te amar. Novos tempos, novas descobertas.
  Hoje em dia temos acesso a tudo que queremos!
  Busque a espiritualidade, é a chave para o equilíbrio e felicidade plena.
  Permita-se ser feliz.
 
Paz e Luz!
Fonte: No caminho da luz

terça-feira, 8 de março de 2016

Carinho para fluir bem o dia...



❝…Abençoadas sejam as dádivas que vêm nos
lembrar, com alívio, que há lugares de descanso para
os nossos cansaços.
..❞

 (Ana Jácomo)

A Alegria contagia...


A alegria é um estado natural das pessoas que prezam pelos bons sentimentos e que encaram a vida sem complicações, e fazem desse sentimento contagiante, parte integrante de todas as suas ações ou atitudes, porque a alegria sem sombra de dúvidas melhora e muito a vida de qualquer um de nós.

É através da alegria que mantemos uma condição vibratória favorável, onde os sentimentos estão elevados e consequentemente  os pensamentos estão seguindo em uma única direção, o caminho para o bem comum.
 
Desta forma, estar alegre é sim um estado da alma, porque estar alegre significa estar caminhando para o contentamento da vida em que se está e assim sendo, está contagiando a todos que estão compartilhando desta vida com você, trazendo mais harmonia e paz a todos os corações.
 
Procure manter-se alegre, este sentimento é contagiante e pode transformar a sua história de vida, deixe de lado os sentimentos que te levam ao sofrimento e siga adiante alegre e confiante.


Fonte: Gotas de Paz

segunda-feira, 7 de março de 2016

PERDOE-SE



Perdoe-se pela palavra dita, não dita, mal dita.
Pelo que fez e não deveria ter feito.
Pelo que não fez e deveria ter feito.

Perdoe-se pelas dores que causou em outros e em você mesmo.

Pelo que esqueceu e não poderia esquecer.
Pelo que não esqueceu e deveria ter esquecido.

Pela exaltação da voz.
Pela surdez intencional.

Perdoe-se pela rabugice infundada.
Pela alegria voluntariamente negada.

Pelo pouco valor atribuído ao que merecia mais.
Pelo muito valor atribuído ao que nem merecia.

Se você se ama, perdoe-se.
Não há amor-próprio sem a leveza que só o perdão pode trazer.

 
Humana.mente
Fonte: Encantos e Boas Energias